Sonangol denuncia colaboradores incumpridores de quarentena

Colaboradores da Sonangol abrangidos pela quarentena foram vistos a circular pela cidade, denuncia em comunicado de imprensa a Sociedade Angolana de Combustíveis.

26 Mar 2020 / 10:05 H.

O comunicado refere que, o Conselho de Administração da Sonangol E.P constatou que alguns dos colaboradores abrangidos pela quarentena a vigorar a partir do dia 24 de Março, “não têm cumprido a orientação de permanecer em casa, sendo vistos a circular pela cidade, bem como em lugares públicos e de lazer.

O Conselho de Administração determina ainda os presidentes das Comissões Executivas de todas as Unidades de Negócios do Grupo Sonangol, os directores corporativos e outros gestores de topo deverão envidar todos os esforços no sentido de controlar as equipas, exortando-as ao cumprimento da orientação de permanecer em casa e cumprir com as medidas básicas de prevenção divulgadas, sob pena de serem responsabilizados.

O documento acrescenta ainda que, todo o trabalhador cuja atitude não seja correspondente ao que o momento exige, enveredando por um comportamento de quem considere o período de quarentena como se de “férias se tratasse, será severa e disciplinarmente punido”, reiterando que “fiquem em casa”.

O Conselho de Administração da Sonangol adianta que não se responsabilizará por eventuais constrangimentos que os colaboradores incumpridores possam vir a experimentar com as forças da ordem e segurança públicas ou instituições afins.

O comunicado da Sonangol reitera também o redobrar dos cuidados de prevenção por parte da população como, por exemplo, não “sair de casa”, salvo por motivos de força maior, lavar bem as mãos, por 40 segundos, e uso de álcool em gel, ao tossir ou espirrar, cobrir a boca com a parte interna do cotovelo, entre outros conselhos úteis.

Refira-se que, o Presidente João Lourenço, através de um Decreto orientou o encerramento das fronteiras do país a partir das zero horas do dia 20 de Março, como medida de prevenção contra a pandemia que abala o mundo.

O decreto suspende todas as reuniões que envolvem mais de 200 pessoas nos próximos 14 dias, renováveis caso seja necessário, tendo em conta a propagação do COVID-19.

Segundo o Decreto Presidencial, o Ministério das Finanças deve garantir as condições financeiras para sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde.