João Lourenço garante programas para solucionar déficit de água em Luanda

Quanto a saúde e educação João Lourenço garantiu que mais hospitais dos níveis primários, secundário e terciário e infra-estruturas para os ensinos primário, secundário e superior serão construídos, mais estradas serão reabilitadas e construídas no quinquénio 2022-2027

Angola /
16 Set 2022 / 10:23 H.

O Presidente da República, João Lourenço, garantiu ontem, a construção de sistemas de captação, tratamento e distribuição de água do BITA e da Quilonga para solucionar o déficit de água em Luanda, durante o discurso da cerimónia de investidura para o mandato de 2022 a 2027, realizado quinta-feira (15), em Luanda.

No âmbito da luta contra os efeitos da seca no sul de Angola, o Presidente da República afirmou que o Executivo vai dar seguimento ao grande programa de construção dos canais e barragens e albufeiras de armazenamento de água.

Neste segundo mandato, acrescentou, vai dar continuidade e concluir os projectos públicos de infra-estruturas como o Porto Comercial de águas profundas do Caio, em Cabinda, os aeroportos de Cabinda, de Mbanza Congo e o Internacional António Agostinho Neto, em Luanda, as refinarias de petróleo de Cabinda, do Soyo e do Lobito.

O Polo de Desenvolvimento da Barra do Dande, a barragem hidro-eléctrica de Caculo Cabaça, interligação dos sistemas norte-centro-sul e leste da rede nacional de electricidade, a construção dos parques fotovoltaicos de energia para grande parte do País, são projectos que também foram realçados pelo Presidente reeleito.

Quanto a saúde e educação João Lourenço, garantiu que mais hospitais dos níveis primário, secundário e terciário e infra-estruturas para os ensinos primário, secundário e superior serão construídos, mais estradas serão reabilitadas e construídas, neste quinquénio 2022-2027.

Afirmou, igualmente, a continuidade à construção de infra-estruturas sociais de proximidade em todos os municípios do País no quadro do PIIM. Todos estes programas e projectos trarão mais desenvolvimento e mais emprego para os angolanos, ressaltou.