Habi-Terra expande projecto de construção de habitações sociais

O modelo de construção e comercialização de habitações sociais, iniciado na província do Huambo pela empresa Habi-Terra, será expandido, a partir de 2020, à capital do país (Luanda) e a província do Bengo, no sentido de facilitar a população de baixa renda a ter acesso à uma moradia condigna.

Angola /
13 Set 2019 / 10:16 H.

Este facto foi tornado público esta sexta-feira, à ANGOP, pelo director-geral da empresa, David Castello, confirmou ter sido já adquirido um terreno de dois hectares no Panguila (Bengo), cujo processo de legalização está em curso

Enquanto isto, a instituição, segundo o seu responsável, está a negociar outro terreno no Camama, onde também pretende erguer moradias para comercialização aos interessados.

De acordo com David Castello, a implementação do projecto, na capital do país, está avaliada em sete milhões de dólares e mais de metade dos quais já estão disponíveis, destinados à infra-estruturação dos terrenos, legalização e edificação de prédios de três andares, uma média de 10 edifícios por cada um dos hectares.

Sem avançar o custo de venda das casas, do tipo T2 e T3, explicou que as mesmas poderão ser adquiridas com recurso a um empréstimo ao Kixi-crédito, pronto pagamento ou por prestação não superior a 14 meses.

No caso das T2, David Castello estimou que o valor não será inferior aos dois milhões e 500 mil kwanzas, enquanto as T3 não serão vendidas abaixo dos três milhões de kwanzas, confirmando estarem a ser concluídos os estudados de viabilidade do projecto.

Criada em 2014 pela organização não-governamental Development Workshop, para suprir o défice habitacional das camadas menos favorecidas financeiramente, a Habi-Terra S.A construiu, na província do Huambo, 157 habitações, T1 e T2, estando por concluir 40.