Comandante-Geral não usurpou terreno, esclarece Polícia Nacional

O Comandante-geral da Polícia Nacional, Comissário-Geral, Paulo Gaspar de Almeida, não usurpou terreno de qualquer didadão de acordo com informações postas a circular nas redes sociais (Facebook e WhatsApp), diz um comunicado da Direcção de Comunicação Institucional e Imprensa da Polícia que tivemos acesso.

Luanda /
25 Jun 2020 / 09:43 H.

“A Direcção de Comunicação Institucional e Imprensa da Polícia Nacional de Angola tomou conhecimento através das redes sociais (Facebook e WhatsApp), hoje, dia 24 de Junho do corrente ano, durante as primeiras horas, da circulação de imagens de um terreno e de um documento, onde o Senhor Domingos António Cadete Neto denuncia que o Comandante-Geral da PNA, Comissário-Geral, Paulo Gaspar de Almeida cometeu o crime de abuso de autoridade, usurpação de imóvel e danos”, lê-se no comunicado.

De quatro pontos, o documento refere que os factos reportados “não constituem verdade”, pois o terreno em referência pertence ao Comissário-Geral, Paulo Gaspar de Almeida, que o “adquiriu de forma legal”, tendo sido celebrada a competente escritura pública.

A veracidade da titularidade do terreno, explica ainda o comunicado, pode ser aferida junto dos órgãos competentes do Governo da Província de Luanda.

Para a Polícia, o documento publicado nas redes sociais “constitui um autêntico embuste”, que “mancha o bom-nome”, “a honra e a imagem do Comandante-Geral da Polícia Nacional de Angola”, sendo desprovido de qualquer crédito;

O Comandante-Geral, adianta ainda a nota, reserva-se ao direito de accionar os “pertinentes mecanismos legais” com vista a responsabilizar o autor do documento.