Angola reúne condições para acolher a Cimeira da OEACP

Téte António, encorajou os ministros coordenadores regionais a trabalharem na promoção da participação massiva da Cimeira que se reveste de um carácter histórico por ser a primeira a ser realizada no formato de Organização de Estados.

Luanda /
23 Set 2022 / 09:38 H.

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, disse, esta quinta-feira, que estão criadas as condições necessárias para Angola acolher a 10ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacifico (OEACP).

O chefe da diplomacia angolana prestou esta informação, durante uma sessão especial do Bureau do Conselho de Ministros da OEACP, que decorreu à margem da 77.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

O ministro recordou que Angola assumiu o compromisso de albergar a 10ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacifico, num momento de viragem histórica, para a organização, quando na Cimeira de Nairobi em Dezembro de 2019 os países da Organização aprovaram a revisão do acordo de Georgetown que elevou o perfil internacional da Organização.

De acordo com o ministro Téte António, o lema 3 continentes, 3 oceanos, 1 destino comum: construir uma OEACP, resiliente e durável, reflecte a importância que Angola atribuiu à necessidade do reforço do multilateralismo e do trabalho colectivo perante os múltiplos desafios, de várias ordens, a que o mundo está confrontado apesar da dispersão geográfica dos 79 estados membros.

Téte António, encorajou os ministros coordenadores regionais a trabalharem na promoção da participação massiva da Cimeira que se reveste de um carácter histórico por ser a primeira a ser realizada no formato de Organização de Estados.

Por sua vez, o representante do Quénia adiantou que o novo Presidente William Ruto confirmou que irá marcar presença no evento e que fruto da experiência enquanto presidente em exercício da OEACP, vai ajudar a divulgar e a promover a cimeira para que se mobilize o maior número de Chefes de Estado e de Governo e da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacífico.