Engenheiro cometeu erro de pedreiro

Na via que fica por trás do Condomínio dos Ministérios, em Talatona, constatei que o [suposto] engenheiro que liderou a construção daquela estrada cometeu o mesmo erro que o pedreiro que cimentou o quintal da minha casota.

20 Jan 2020 / 15:44 H.
Quingila Hebo

O meu “mestre” tinha a missão de cimentar o quintal de tal modo que a água da chuva pudesse escoar para a rua. Para boa parte do quintal até conseguiu, mas, numa das extremidades, a água estagna. Barato custa caro e ponto; dei algum desconto, uma vez que não é nenhum engenheiro.

Para o meu espanto, em pleno Talatona, construíram uma estrada em que há dois condomínios lado-a-lado, onde a água da chuva também estagna, tal e qual no meu quintal.

Quando chove, e às vezes mesmo sem chuva, há sempre água parada naquela rua e, como é óbvio, fica intransitável. Assim como acontece nesta rua, que dá acesso à entrada da administração de um dos maiores grupos empresariais deste país - o Grupo Zahara-; há muitas ruas, até avenidas, onde os engenheiros cometeram erros de ajudante de pedreiro. Já que ainda falta muito para desenvolvermos a cultura de responsabilização de “crimes” como estes, sugiro que empreitadas de estradas e pontes sejam executadas apenas no tempo chuvoso. O custo da obra seria a dobrar, mas depois de finalizada haveria garantia de que é segura e não precisaríamos refazê-la tão cedo.