Steven Spielberg não vai realizar quinto filme da saga “Indiana Jones”

Fontes próximas de Steven Spielberg indicaram que a decisão foi tomada pelo próprio cineasta, com o propósito de renovar os direitos sobre a série “Indiana Jones”, e atrair as gerações mais jovens.

27 Fev 2020 / 08:58 H.

O cineasta norte-americano Steven Spielberg recusou-se a realizar o próximo filme “Indiana Jones”, a quinta aventura que vai chegar ao grande ecrã em 2021, numa decisão inédita em 39 anos, desde o início da saga.

De acordo com uma entrevista feita ao realizador pela revista Variety, publicada citada pela agência espanhola Efe, Spielberg vai continuar vinculado ao projecto como produtor, mas vai ceder a realização a James Mangold, que teve “Le Mans ’66: O Duelo”, nomeado para o Óscar de Melhor Filme.

Fontes próximas de Steven Spielberg indicaram que a decisão foi tomada pelo próprio cineasta, com o propósito de renovar os direitos sobre a série “Indiana Jones”, e atrair as gerações mais jovens.

Harrison Ford, o protagonista desde o início da saga, em 1981, como o arqueólogo Henry Jones, Jr., vai continuar com o projeto.

Ainda sem título definitivo, o quinto filme de “Indiana Jones” vai ser dar continuidade às aventuras idealizadas por George Lucas -– produtor norte-americano que ficou mundialmente conhecido pela saga “Guerra das Estrelas” –- e que tinha sido realizada, até agora, por Spielberg.

Os três primeiros filmes estrearam-se na década de 1980: “Indiana Jones e Os Salteadores da Arca Perdida”, 1981; “Indiana Jones e o Templo Perdido”, 1984; “Indiana Jones e a Grande Cruzada”, em 1989.

A trilogia “Indiana Jones”, estreada entre 1981 e 1989, rendeu mais de 750 milhões de euros de receita de bilheteira em todo o mundo.

O quarto ‘episódio’ estreou-se em 2008 e foi o maior êxito de bilheteira deste ‘franchising’. Em Portugal, só nos primeiros cinco dias de exibição, conseguiu bater o recorde de um quarto de milhão de espectadores.

O quinto filme, coordenado pela Disney, foi anunciado em 2016 e a estreia estava prevista para 2019, mas foi adiada para 2021, devido a demissões e falta de consenso da equipa de argumentistas.

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