Sonangol abre concurso para gestão das lojas de conveniência

A Sonangol Distribuidora anunciou, recentemente, a abertura de um concurso para a escolha de parceiros de negócios para gestão de estações de serviços, serviços de pneus, restaurantes, além de fornecimento de produtos e gestão das lojas de conveniência e das placas.

Luanda /
10 Set 2020 / 10:03 H.

Publicado nas páginas do Jornal de Angola, a Sonangol Distribuidora pretende com o concurso identificar parceiros que contribuam para tornar as operações do retalho mais eficientes e alavancar o negócio para patamares compatíveis com as estratégias definidas para o período 2020-2027. O concurso deverá obedecer duas fases de selecção.

A primeira consistirá na avaliação da conformidade e a segunda na recolha de propostas aos cadernos de encargos, consoante a categoria pretendida. Para a segunda fase, avançam apenas os candidatos seleccionados na primeira. A Sonangol Distribuidora tem como actividade principal a distribuição e comercialização de produtos derivados do petróleo.

Quer através do presente concurso gerar desenvolvimento no negócio da rede de retalho. Em Agosto, um comunicado da petrolífera nacional dava conta da abertura de um concurso público para a venda do Hotel Florença, unidade com a categoria de três estrelas localizado em Luanda, no âmbito do programa privatizações de activos do Estado e de desinvestimento fora do seu “core business”.

O concurso, para a compra do Hotel Florença, localizado na região de Talatona, está aberto a entidades nacionais e estrangeiras. A apresentação das propostas pelos candidatos decorre até 04 de Dezembro próximo. Para caução provisória, a Sonangol está a exigir 60 mil USD ou o contravalor em Kz à taxa de câmbio do Banco Nacional de Angola (BNA).

Este é o segundo empreendimento hoteleiro colocado à venda pela Sonangol em menos de uma semana, depois do Hotel Convenções Talatona, com cinco estrelas, empreendimento cuja construção custou mais de 200 milhões USD. Estas vendas estão enquadradas no programa de saída da petrolífera para as actividades “non Core”.