Ministro da Indústria e Comércio, aponta prioridade

O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, apontou como prioridade o incremento da produção interna e a consequente diminuição das importações.

21 Abr 2020 / 13:53 H.

Para o efeito, será necessário um casamento entre os dois sectores que pertencem à cadeia produtiva nacional, designadamente, comércio e industria, e pescas e agricultura.

Já o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, afirmou que os Ministérios da Indústria e Comércio e o da Agricultura e Pescas terão grande responsabilidade na revitalização da base produtiva, com vista ao relançamento do crescimento económico.

Ao falar na cerimónia na passagem de pastas dos ministros cessantes da Indústria e Comércio, sustentou que o incremento da produção nacional proporcionará o aumento de empregos no país, constituindo-se, por isso, num imperativo nacional.

De acordo com o governante, após a última alteração na estrutura orgânica do Executivo, a actividade produtiva de Angola ficou praticamente concentrada em dois ministérios, no da Indústria e Comércio e no da Agricultura e Pescas.

Para o responsável, só com o aumento da produção interna se poderá melhorar os níveis de emprego e, consequentemente, os rendimentos dos cidadãos e das famílias angolanas.

O ministro de Estado para a Coordenação Económica afirmou que a implementação de um plano de acção realista, do Programa Integrado do Comercio Rural aprovado pelo Executivo, constitui, igualmente, uma medida importante para a valorização da produção nacional.

Manuel Nunes Júnior defendeu a necessidade de se trabalhar com os empresários, para que, em relação aos 54 produtos seleccionados pelo PRODESI e particularmente os da cesta básica, se atinja a auto-suficiência no que respeita ao consumo interno.

A cerimónia de assinatura e passagem de pastas ocorreu entre o ministro do Comércio e indústria, Victor Fernandes e a ministra cessante da Indústria, Bernarda Martins e posteriormente com o ministro cessante do Comércio, Jofre Van-Dúnem Júnior.