JLO exige rigor e transparência na gestão dos bens adquiridos para acudir vítimas da seca

O Chefe de Estado chamou atenção para que as ajudas destinadas às vítimas da seca no sul de Angola sejam bem geridas e distribuídas. O Executivo deverá fiscalizar a distribuição e o uso dos meios ora adquiridos

Namibe /
08 Nov 2019 / 11:06 H.

João Lourenço falava na reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, advertindo que as moto-cisternasnão sirvam outros fins ou fazendas particulares.

São mil e quatrocentas moto-cisternas para o Namibe, 900 para a Huíla e 900 para Cuando Cubango, para assegurar o abastecimento de água as populações. “Eu gostaria aproveitar esta oportunidade para dizer que nós não podemos ver essas moto-cisternas a andar no asfalto, o que eu quero dizer as motoscisternas não foram adquiridas para andar nem nas sedes provinciais nem sequer nas sedes municipais alertou o Presidente da República.

João Lourenço que prometeu fiscalização na distribuição de bens e na utilização dos meios, orientou que as moto-cisternas fiquem nas comunas para a partir daí servirem as aldeias. “Que as moto-cisternas não sejam vistas a circular Moçamedes, Ondjiva, Menongue, não foram adquiridas para isto. É um pedido que gostaríamos de fazer aos governadores provinciais, usar os meios e os bens que estão a ser distribuídos para atender essas questões de emergência, que sejam mesmo para atender essa emergência”, insistiu o Chefe de Estado.

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