Não devemos temer a mudança!

É satisfatório ocupar um cargo na empresa em que estamos vinculados, ainda que for no escalão intermédio ou mais baixo do organigrama. Transmite-nos confiança no trabalho desenvolvido e certeza de que estamos em sintonia com os superiores hierárquicos.

22 Jun 2019 / 11:24 H.
Fernando Baxi

Mas também, devemos estar conscientes e preparados para ser substituídos quando o nosso desempenho é posto em causa.

Devemos aceitar e respeitar a decisão da mais alta instância da organização, porque as mudanças são importantes na dinâmica das organizações. Nem sequer devemos nos indispor ou, na pior das hipóteses, odiar o colega substituto. Devemos ajudá-lo a realizar o trabalho que não conseguimos desenvolver quando estivemos no lugar, em que fomos substituídos. Se no nosso seio existir alguém a despontar não o vamos destruir com a intriga, calúnia ou inveja. Temos o dever de o acolher e ajudá-lo a atingir o auge. Apesar de rebaixado do cargo, devemos manter a confiança nas chefias e agradecer por um dia nos terem confiado o comando de uma direcção, sector, secção ou equiparado. Ninguém nasce competente! A competência adquire-se ao longo da vida profissional.

Ao nosso substituto devemos desejar, de coração aberto e alma pura, boa sorte.