Directores de empresas dos EUA defendem direito ao aborto em nome dos “negócios”

11 Jun 2019 / 11:19 H.

Os presidentes de cerca de 200 empresas americanas defenderam publicamente nessa segunda-feira o direito ao aborto, invocando seus “valores”, mas também a conveniência para seus “negócios”, rompendo o silêncio mantido pelo sector corporativo diante da ofensiva conservadora nos Estados Unidos.

Segundo AFP, o presidente executivo do Twitter, Jack Dorsey, da agência financeira Bloomberg, da marca de cosméticos MAC e dos gelados Ben & Jerry’s, entre outros, assinaram uma carta publicada no jornal The New York Times com o título “Não proíbam a igualdade”.

“Restringir o acesso à atenção reprodutiva integral, incluindo o aborto, ameaça a saúde, a independência e a estabilidade económica de nossas funcionárias e clientes”, afirmaram os empresários, para quem a proibição vai contra seus valores e de “seus negócios”.