Africana é membro do júri de Cannes

As coisas sérias já começaram para os oito membros do júri que passam a pente fino as 21 longas metragens em competição provenientes de países como a França, obviamente, mas também Itália, Reino Unido, Áustria, Roménia, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Palestina, China, Coreia do Sul ou Senegal.

15 Mai 2019 / 12:23 H.

Sob a batuta do realizador mexicano Alejandro González Iñárritu o júri de 4 mulheres e 4 homens de 4 continentes inclui 7 nacionalidades.

Destaque para Maimouna N’Diaye, actriz e realizadora do Burkina Faso.

Uma verdadeira cidadã panafricana: nascida em Paris de pai senegalês e mãe nigeriana ela cresceu na Guiné Conacri, tendo passado também pela Costa do Marfim e pelo Senegal, antes de se instalar no Burkina Faso.

Actriz, autora, bailarina, realizadora, criadora de jóias ao todo ela conta quase 40 filmes, séries ou peças de teatro.

Na noite passada “The dead don’t die” (Os mortos não morrem) do americano Jim Jarmusch, uma historia burlesca de zombis num enredo recheado de estrelas de várias gerações, incluindo Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton, marcou o pontapé de saída desta disputa entre verdadeiros monstros da sétima arte que aqui defendem os seus respectivos mais recentes trabalhos.